Integrantes do Planalto e do Ministério da Justiça ficaram surpresos ao tomar conhecimento de um contrato milionário entre o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski e o Banco Master. Segundo a coluna de Andreza Matais no Metropoles, Lewandowski recebeu R$ 5 milhões pela prestação de serviços de consultoria jurídica.
No Ministério da Justiça, secretários afirmaram não ter conhecimento do acordo. No Palácio do Planalto, auxiliares de Lula minimizam a negociação, alegando que Lewandowski já estava afastado de seu escritório de advocacia desde fevereiro de 2024, quando assumiu o cargo no governo.
Apesar disso, aliados do presidente reconhecem que a revelação pode gerar desgaste político ao associar o governo ao que é visto como um escândalo envolvendo o Banco Master.
Até o momento, o governo sustenta que não há desespero em relação ao caso, mesmo diante de vínculos de integrantes do PT da Bahia com um ex-sócio da instituição financeira.
O próprio presidente Lula comentou o episódio em Maceió, afirmando que há muita gente que defende o presidente do Banco Master por falta de vergonha na cara, e que o país enfrenta consequências de um golpe financeiro de mais de 40 bilhões de reais. Ele sugeriu que o custo recairá, de alguma forma, sobre o sistema financeiro.
Resumo objetivo: o episódio envolve um contrato de R$ 5 milhões entre Lewandowski e o Banco Master, provoca reações divergentes no governo e pode afetar a imagem pública da gestão, mesmo com apelos à contenção de danos e à separação entre governo e eventuais negócios do ex-ministro.
Em meio ao ruído, o governo afirma que não há desespero e que busca demonstrar responsabilidade, evitando associações que possam agravar a crise. A atenção permanece voltada ao desdobramento político e às possíveis repercussões entre apoiadores e adversários.
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