O Festival de Verão perdeu parte da graça das edições anteriores. A temporada atual não carrega o mesmo brilho, e a equipe tenta se reinventar ao trazer para cá a fórmula de festas do eixo Rio-São Paulo. Mesmo assim, a conexão com moradores locais parece faltar, tirando o chão da celebração de sua identidade.
A estratégia de reinvenção se ancora em grandes eventos, mas sem manter o DNA e a identificação da localidade. A época é especial: Mainha vira arroz de festa, ganhando visibilidade sem, necessariamente, envolver a cidade. Enquanto outros cobram caro para seus ensaios, ela mantém presença constante e parte para reformar sua casa em Juazeiro.
O Menino Pizane também surge como figura que não perde pauta. Logo após o Dia da Visibilidade Trans, ele busca números ao lançar música com Majur. A parceria é apresentada sem grandes problemas, mas surgem críticas a comentários transfóbicos nas redes, aos quais ele se explica. A narrativa sugere que alianças no circuito aparecem, mas não garantem conexão real com a celebração.
No conjunto, a leitura é que o festival precisa reconectar com os moradores, trazendo de volta uma celebração que dialogue com a região em vez de apenas com a vitrine de atrações. A autenticidade e o envolvimento com a cidade devem prevalecer para devolver a festividade à sua essência.
E você, como vê o futuro do Festival de Verão? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte o que a festa precisa para reconquistar a verdadeira energia da cidade.

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