O bilionário Elon Musk reagiu neste sábado às novas informações divulgadas pelo Departamento de Justiça sobre o caso Epstein, ressaltando que a divulgação de mensagens entre Epstein e Musk é irrelevante se não houver responsabilização dos envolvidos. A divulgação faz parte de uma nova leva de documentos públicos que ampliam o material disponível sobre o tema.
“O que importa não é a divulgação de uma parte dos arquivos de Epstein, mas sim o julgamento daqueles que cometeram crimes hediondos com Epstein. Quando houver pelo menos uma prisão, alguma justiça terá sido feita. Caso contrário, tudo isso é mera formalidade. Nada mais que uma distração”, escreveu.
A declaração ocorre após a divulgação de documentos que mostram trocas de mensagens entre Musk e Epstein no final de 2013, discutindo uma possível visita do empresário à ilha pertencente ao financista.
Não há informações nos arquivos divulgados de que Musk tenha realmente visitado a ilha de Epstein.







Conteúdo dos e-mails
Segundo os arquivos, Musk escreveu a Epstein informando que estaria na região das Ilhas Virgens Britânicas e de St. Barth durante as festas de fim de ano. “Estarei na região das Ilhas Virgens Britânicas/St. Barth durante as festas de fim de ano. Há alguma época boa para visitar?”
Dois dias depois, Epstein respondeu: “O início de 2014 seria um bom momento. Sempre há espaço para você.”
No dia de Natal, o financista sugeriu datas específicas: “2 ou 3 seria perfeito. Eu irei te buscar”.
Não há informações nos arquivos divulgados de que Musk tenha realmente visitado a ilha de Epstein.
As revelações contrastam com declarações feitas pelo bilionário no passado.
Nova leva de arquivos
Os e-mails fazem parte de uma nova liberação de documentos pelo Departamento de Justiça, que agora inclui mais de 3 milhões de páginas, cerca de 2 mil vídeos e 180 mil imagens, totalizando aproximadamente 3,5 milhões de páginas públicas. Parte do conteúdo exige confirmação de idade mínima de 18 anos por conter material sensível.
As mensagens citam as ilhas Great St. James e Little St. James, localizadas nas Ilhas Virgens Americanas, pertencentes a Epstein.
Little St. James é apontada pelas autoridades como um dos principais locais onde ocorreram abusos sexuais cometidos por Epstein contra meninas e jovens mulheres ao longo de décadas.
A divulgação ressalta a existência de material documental que segue sob critérios de acessibilidade pública por vias oficiais, com ênfase em registros relevantes ao caso e às ligações entre Epstein e figuras públicas.
Fique atento às atualizações sobre o caso e compartilhe sua leitura nos comentários. Afinal, o tema envolve questões complexas de justiça, poder e responsabilidade.

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