Grito por socorro: Comunidade do Jardim Liberdade cobra ação urgente contra oficinas que violam leis e perturbam sossego

Escrito por: Diógenes Cunha

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Teixeira de Freitas, Jardim Liberdade: moradores enfrentam um cotidiano de tortura ambiental causado pelo funcionamento desregulado de serralherias e de uma fábrica de móveis. A situação, já considerada insustentável pela população, é marcada por ruídos elevados, odor de aço queimado e acúmulo de lixo, sem que as autoridades municipais tomem medidas efetivas.

As atividades operam todos os dias, iniciando por volta das 5h e muitas vezes se estendem após as 21h, violando a paz pública, o Código de Posturas e a legislação ambiental do município, que estabelecem regras para atividades potencialmente poluidoras.

“É um martírio diário. O barulho ensurdecedor começa antes do amanhecer, o cheiro de metal queimado invade nossas casas e nos impede de abrir as janelas. Nossas crianças não dormem, os idosos ficam estressados e nós, trabalhadores, não temos descanso. Já registramos várias denúncias na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, mas parece que ninguém nos ouve. Parece que somos abandonados pelo poder público que deveria nos proteger”, desabafa uma moradora, que prefere não se identificar por temer retaliações.

As denúncias formais registradas junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente não resultaram em fiscalização rigorosa, multas ou interdições. A sensação entre os moradores é de que os empreendimentos agem com total impunidade, enquanto a saúde e o bem-estar das famílias ficam em segundo plano.

O apelo dos moradores do Jardim Liberdade é claro: que os órgãos competentes deixem o silêncio de lado e cumpram seu papel. Eles exigem fiscalização urgente e punitiva, capaz de fazer valer a lei e devolver o sossego e a qualidade de vida à região. A responsabilidade agora recai sobre o poder público.

Moradores relatam ruídos e cheiro de metal queimado no Jardim Liberdade

Conforme os moradores, a situação exige intervenção imediata para cessar o sofrimento diário e preservar a saúde da população da região. O que você pensa sobre esse tipo de conflito entre atividades econômicas locais e o bem-estar da região? Compartilhe suas experiências e opiniões nos comentários.

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