MC Poze do Rodo responde na Justiça após chamar vendedora de “bolo fofo”

Escrito por: Diógenes Cunha

Publicado:

compartilhe esse conteúdo


O funkeiro Marlon Brendon Coelho, conhecido como MC Poze do Rodo, voltou aos tribunais em um processo movido em abril de 2024. Ele é alvo por uma suposta ofensa feita a uma vendedora nas redes sociais, quando a chamou de “bolo fofo” em X, o antigo Twitter. A vítima busca indenização por danos morais de R$ 56 mil.

Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a declaração gerou repercussão ampla. A vítima afirmou ter sofrido zombaria que prejudicou seu trabalho por causa do porte físico.

A defesa do cantor sustenta que os prints apresentados pela mulher não são autênticos e que o nexo entre eles é frágil, contestando a relação entre a publicação e o dano alegado.

De acordo com Poze do Rodo, a ofensa teria surgido de uma interação prévia iniciada pela autora, que questionou a vida familiar do artista de forma coloquial. A defesa também argumenta que o réu não pode responder por ofensas proferidas por terceiros.

O processo tramita na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca. O caso segue em andamento, sem decisão definitiva até o momento.

Qual é a sua opinião sobre esse tipo de controvérsia envolvendo figuras públicas e redes sociais? Compartilhe nos comentários como você vê a responsabilidade de artistas diante de conteúdos online e danos morais.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Colisão entre trens de alta velocidade na Espanha deixa 30 mortos

Resumo jornalístico Castilla-La Mancha, Espanha: colisão entre dois trens de alta velocidade entre Mora e Orgaz deixa ao menos 30 mortos e interrompe a...

Advogados investigados por suspeita de falsificação de decisão judicial em favor de líder de facção

Resumo: A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a operação Reescrita para cumprir quatro mandados de busca e apreensão em Cuiabá, envolvendo três...

Lula pode indicar 20 ministros para tribunais superiores no 4º mandato

Resumo: Lula, reeleito para quarto mandato, terá até 2030 para indicar quase 20 nomes a tribunais superiores...