Fachin, no STF: “Momentos de adversidade exigem mais do que discursos”. Siga no YouTube

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O STF abriu o ano Judiciário de 2026 com uma posição firme do presidente Edson Fachin, em meio à crise do caso Master e à tentativa de avançar na elaboração de um Código de Conduta. A cerimônia evidenciou que a Corte não ficará passiva diante de episódios que manchem a imagem institucional.

“Abrimos o ano judiciário de 2026 com plena consciência de que momentos de adversidade exigem mais do que discursos: pedem responsabilidade institucional, clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição da República.” A fala de Fachin ocorreu na presença do presidente Lula, dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, além de ministros do STF. Ele acrescentou que a crítica republicana não ameaça a democracia e que a liberdade de expressão e de imprensa é essencial para o debate público que oxigena a democracia.

A retomada das atividades ocorre em meio ao avanço do inquérito sobre o caso Master, sob relatoria do ministro Dias Toffoli. Fachin antecipou o retorno a Brasília para gerir a crise institucional gerada pela controvérsia e tem conversado com outros ministros na tentativa de construir e aprovar um Código de Conduta.

Como mostrou o Metrópoles, ainda não há um documento formal com diretrizes definidas; as discussões são internas entre magistrados. A intenção é criar normas claras que orientem o comportamento institucional da Corte, mas o texto final ainda não foi apresentado.

A oportunidade de abrir o ano contou com a presença de Lula, Alcolumbre e Motta, além de ministros do STF, em um momento de comunicação entre os Poderes diante da crise de imagem. A cobertura fotográfica da cerimônia mostra a solenidade sob a perspectiva de diversas autoridades e registrações oficiais do evento.

E você, como enxerga o papel do STF na condução de crises institucionais e na construção de normas que moldem a atuação da Corte? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião sobre o tema.

Meta descrição: STF abre o ano Judiciário de 2026 com Fachin defendendo responsabilidade institucional diante da crise do caso Master e da busca por um Código de Conduta, em presença de Lula e autoridades do Senado e Câmara.

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