A fronteira de Rafah, entre Gaza e o Egito, reabriu nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, em formato muito limitado. As restrições impostas por Israel são severas e não houve entrada de ajuda humanitária internacional.
No primeiro dia de operação apenas doze pessoas cruzaram para o Egito, sendo cinco feridos e sete acompanhantes. O fluxo diário permitido ficou em até 50 pacientes, acompanhados por até duas pessoas cada um.
Para atender Gaza, as autoridades egípcias mobilizaram um amplo aparato: 150 hospitais, 300 ambulâncias, 12.000 médicos e 30 equipes de emergência.
Segundo Mohammed Abu Salmiya, diretor do principal hospital de Gaza, Al Shifa, quase 20.000 pacientes, incluindo 4.500 crianças, têm necessidade urgente de atendimento médico.
A passagem seguiu com restrições severas, mantendo o fechamento da entrada de ajuda humanitária internacional desde maio de 2024, e abrindo apenas para evacuação médica sob condições restritas.
Na segunda-feira, três ambulâncias transportaram pacientes palestinos, que foram imediatamente examinados para encaminhamento aos hospitais.
Essa abertura extremamente contida aponta para um cenário de evacuação médica com pouca ou nenhuma facilitação para assistência externa, destacando a prioridade de recursos médicos no Egito.
Como você vê esse desdobramento na região? Compartilhe sua opinião nos comentários sobre a reabertura de Rafah e as condições de atendimento aos que precisam de cuidado médico.

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