J.K. Rowling, autora de Harry Potter, negou nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, qualquer vínculo com Jeffrey Epstein, em meio a documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) que citam seu nome entre várias personalidades. Os papéis apontam que Rowling teria enviado um convite a Epstein para o musical “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” na Broadway, em 22 de abril de 2018, com Sonia Friedman e Colin Callender também listados como responsáveis pela comunicação.
Rowling usou a rede social X para afirmar que as alegações são “bobagem” e que nem ela nem ninguém de sua equipe já falaram, ou se encontraram, com Epstein. Em trecho publicado, a autora escreveu: “This is beyond silly. Neither I, nor anybody on my team, ever met, communicated with or invited Jeffrey Epstein to anything.”
A investigação sobre Epstein remonta a 2005, quando a polícia de Palm Beach identificou abusos envolvendo uma menina de 14 anos na mansão do magnata. O FBI integrou as apurações e houve depoimentos de várias adolescentes que teriam sido contratadas para “massagens sexuais” por Epstein. Embora tenha aceitado um acordo, Epstein foi condenado a 18 meses de prisão por acusações estaduais de prostituição envolvendo menor de 18 anos. Ele foi encontrado morto em 10 de agosto de 2019, na cela de uma prisão federal em Nova York, em circunstâncias consideradas suicídio, conforme reportado pelo The New York Times.
Os documentos divulgados pelo DOJ na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, também incluem menções anteriores de que alguém não identificado teria pedido a Epstein um encontro com Rowling, alimentando especulações sobre possíveis relações, embora a autora reforce que não houve qualquer relação ou encontro com Epstein.
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