Ministério Público pede prisão de argentina acusada de racismo no Rio de Janeiro

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Resumo do caso: Segundo o relatório encaminhado ao Ministério Público pela Polícia Civil, a autoria do crime ficou comprovada por uma conjunção de fatores, incluindo depoimentos que apontam para o ocorrido e vídeos obtidos pela investigação, que atestam um ultraje moral de natureza racista.

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Imagens e relatos: As imagens, registradas em via pública, são descritas como claras. Ao deixar o local com as amigas, Agostina exibiu o dedo do meio para os funcionários do bar e, em seguida, iniciou gestos e ruídos simulando um macaco, gritando ainda a palavra “monos”, claramente em direção aos ofendidos, conforme trecho do documento.

O documento não detalha outras informações, mas ressalta que as evidências alcançam um quadro de ultraje moral com conotação racial, utilizado para embasar a investigação encaminhada ao MP.

A Polícia Civil afirma que a soma de depoimentos e imagens reforça a hipótese de crime, mantendo o foco nos elementos apresentados nos autos.

Qual é a sua leitura sobre o caso? Deixe sua opinião nos comentários abaixo para ampliar o debate.

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