Perita desmonta farsa e identifica foragido do Maranhão preso com nome falso em Teixeira de Freitas

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Teixeira de Freitas – A perícia papiloscópica realizada pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) revelou que um homem preso na semana passada vivia sob uma identidade falsa e era foragido da Justiça do Maranhão, com mandado de prisão por homicídio válido até 2044.

O suspeito se apresentou como Bruno Lélis Vilela, natural de Goiás. Durante os exames de corpo de delito, a perita Margarete Rodrigues Lima desconfiou da história e deu início à investigação para confirmar a identidade real.

A investigação cruzou informações com o Maranhão e, por meio de buscas em bancos de dados e da comparação papiloscópica, a identidade goiana foi descartada. A confirmação veio: trata-se de Proste da Silva Mesquita, 31 anos, morador da região, que era foragido do sistema penitenciário desde 04 de julho de 2024, quando fugiu da Penitenciária Regional de Imperatriz.

Mandados de prisão – Contra Proste existem três mandados de prisão. O principal é uma pris?o preventiva por homicídio (art. 121 do CP), expedida pela 2ª Vara Criminal de Imperatriz, com validade até 2044. Há ainda procedimentos administrativos pela fuga e pela alteração de registros.

Com a identidade revelada, ele será autuado pelo crime de falsidade ideológica. A prisão dele será comunicada à Justiça do Maranhão, que deve solicitar sua transferência, já que o suspeito é considerado de alta periculosidade. Atualmente, Proste permanece custodiado na carceragem da Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, à disposição da Justiça.

Resumo profissional – Este caso evidencia o avanço da identificação de pessoas que utilizam identidades falsas para burlar o sistema, com a aplicação de técnicas de perícia e cruzamento de informações para localizar foragidos e reforçar a responsabilização criminal. A história também aponta para a necessidade de correção de registros e cooperação entre estados.

Curta e comente: qual a sua opinião sobre o uso de perícias biométricas para desmascarar identidades falsas e a atuação das autoridades na transferência de presos entre regiões? Compartilhe seus pensamentos nos comentários.

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