O secretário de Relações Institucionais da Bahia (Serin), Adolpho Loyola, afirmou que o governo não fechou as portas para o diálogo com o senador Angelo Coronel (PSD), mesmo diante das indefinições partidárias. Em Salvador, durante as comemorações de 46 anos do Partido dos Trabalhadores, Loyola disse que a permanência de Coronel no grupo governista depende mais dele do que do governo, e que não houve qualquer movimento para romper a relação.
O titular da Serin informou ainda que aguarda um pronunciamento oficial caso haja decisão de rompimento. Não fizemos nenhum movimento para retirar cargos que ele ocupa, afirmou, reiterando que o diálogo continua como prioridade na construção da chapa majoritária para as próximas eleições.
Sobre a formação da chapa, Loyola afirmou que o PT pretende ouvir todos os partidos da base antes de qualquer anúncio oficial, buscando consolidar a unidade política. Se conseguirmos fechar a chapa com os três governadores, vamos conversar com todos para montar uma frente unida de deputados federais e estaduais e garantir a reeleição do governo.
Na avaliação de Loyola, a renovação interna do PT na Bahia é crucial. Em quase quarenta e seis anos de atuação, o partido reforça que a Bahia tem protagonismo nacional. “Quarenta e seis anos de PT no Brasil e na Bahia… estamos fazendo parte dessa renovação ao lado de nomes como Éden Valadares, Lucas Reis, Tassio Brito e Jerônimo Rodrigues, além do ministro Rui Costa”, destacou, mencionando também a presença do presidente Lula no evento como símbolo dessa relação.
A fala de Loyola também reforçou que, no momento, o PT trabalha para consolidar a unidade da base e lançar a campanha do presidente Lula, junto com Jerônimo, fortalecendo a Bahia como referência do partido no cenário nacional.
E você, o que acha das articulações entre PT, Coronel e a base aliada na Bahia? Compartilhe sua opinião nos comentários e nos conte como você vê as perspectivas de renovação e união do partido nas eleições futuras.

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