Meta descrição: Professora de Direito Juliana Mattos de Lima Santiago é assassinada a facadas por um aluno em universidade particular de Porto Velho, Rondônia. O crime é registrado como feminicídio; o suspeito foi preso e a instituição decretou luto. Veja os principais fatos, motivações relatadas pela polícia e desdobramentos.
A professora de Direito Juliana Mattos de Lima Santiago foi assassinada a facadas na noite de 6 de fevereiro, em uma sala de aula de uma universidade particular de Porto Velho, Rondônia. O crime, registrado como feminicídio, teve como autor o aluno Joao Candido da Costa Junior, que foi contido no local e preso pela polícia. A defesa do suspeito não foi localizada durante o atendimento inicial.
Segundo boletim de ocorrência, o agressor informou à equipe policial que mantinha vínculo amoroso com a vítima há meses e que, no último mês, percebeu distanciamento e respostas ausentes em mensagens. No dia do ataque, ele aguardou ficar sozinho com Juliana, iniciou uma conversa sobre o relacionamento e, após uma discussão, agiu com intensa raiva, desferindo diversos golpes de faca. A polícia aponta indícios de que se tratou de um crime premeditado.
Juliana foi socorrida, mas chegou ao Hospital de Pronto-Socorro João Paulo II já sem vida. A vítima apresentava duas perfurações no tórax e uma laceração no braço direito. O autor foi levado primeiramente para uma unidade de pronto atendimento e, depois, ao Departamento de Flagrantes, onde teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. O Tribunal de Justiça de Rondônia deverá encaminhá-lo ao sistema prisional.
O Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), onde ocorreu o crime, manifestou profundo pesar e informou que está prestando assistência à família, decretando luto institucional de três dias e suspender as atividades acadêmicas. O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) condenou o ato, afirmou que atuará com firmeza na apuração e reiterou o compromisso de enfrentar a violência contra mulheres em ambientes educacionais. O TJ-RO destacou que a violência foi premeditada, reforçando a necessidade de responsabilização.
Casos como este evidenciam a violência contra mulheres em locais de estudo e a importância de medidas de proteção e apoio às vítimas. As autoridades prometem investigação rigorosa e ações voltadas a prevenir novas ocorrências em instituições de ensino. Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você vê o combate à violência de gênero em ambientes acadêmicos.

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