O bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, um dos mais tradicionais do Carnaval de Rua de São Paulo, criticou a organização da Prefeitura após o tumulto que tomou conta da Rua da Consolação neste domingo (8/1).

Além do Baixo Augusta, a via recebeu o trio elétrico com a participação de DJ Calvin Harris. Com superlotação, foliões foram prensados e a grade da Escola Paulista de Magistratura acabou derrubada. A reportagem também flagrou pessoas passando mal no meio da multidão.
A agremiação afirmou que houve falta de organização e não cumprimento dos horários acordados, destacando que, em seus 17 anos de história, o maior bloco da cidade foi desrespeitado, evidenciando preocupações sobre o comprometimento da cidade com os blocos que recriaram o Carnaval de São Paulo.
Segundo a agremiação, cerca de 1,5 milhão de pessoas estiveram no desfile deste ano, que contou com atrações no trio elétrico como Pérricles, KL Jay, Rael, Tássia Reis, Rom Santana, Dani Viegas e Simoninha.
Plano de contingência — diante do tumulto nos megablocos, a Prefeitura de São Paulo acionou medidas emergenciais. A Polícia Militar passou a orientar moradores, foliões e motoristas a evitarem a região da Rua da Consolação. Em comunicado, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) informou a proibição de acesso à área e o reforço da segurança.
A cobertura evidencia a necessidade de equilibrar tradição e organização para manter o Carnaval de Rua como uma experiência segura para a cidade, sem perder a essência do festivo encontro popular.
E você, o que acha da organização do Carnaval de Rua em São Paulo? Deixe sua opinião nos comentários e conte como foi a sua experiência neste ano.

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