Pedofilia e arma: participantes do BBB que entraram na mira da polícia

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Consolidado como um dos reality shows favoritos do Brasil, o Big Brother Brasil (BBB) já reuniu quase 500 participantes ao longo de suas edições. Enquanto muitos seguiram em frente com sucesso, outros passaram a aparecer em polêmicas que chegaram às autoridades. A coluna lista casos de ex-participantes que passaram a ser alvo de investigações por atitudes dentro e fora da casa, destacando o caso mais recente envolvendo Pedro Espíndola, indiciado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) por importunação sexual após tentar beijar uma participante sem consentimento.

A investigação ocorreu pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, com base na análise técnica de imagens exibidas durante o reality. Pedro Espíndola foi indiciado por importunação sexual, acompanhando o desdobramento que tem mobilizado fãs e especialistas sobre limites e responsabilização no entretenimento.

Casos marcantes ao longo das décadas também aparecem na lista de ex-participantes investigados ou punidos pela polícia. A seguir, os nomes que ficaram lembrados por atitudes fora da casa, com o formato original em destaque:

  • Kléber Bambam (BBB1) – Ganhador da primeira edição, foi preso em 2008 no Leblon (Rio) por desacato, após supostamente xingar e impedir a revista de seu carro por policiais militares; liberado logo após.
  • Fernando Fernandes (BBB2) – Em 2005, preso por desacato e injúria racial em São Paulo; na época, houve relatos de insultos envolvendo um bombeiro negro e funcionários, que ele negou ter cometido.
  • Marcela Queiroz (BBB4) – Em 2021, presa por embriaguez ao volante em Curitiba (PR).
  • Edilson Buba (BBB4) – Também em 2004, detido por tráfico de drogas; flagrado no aeroporto com ecstasy e maconha na bagagem.
  • Diego Alemão (BBB7) – Em 2023, preso por porte ilegal de arma de fogo; teria ameaçado disparar durante uma confusão na Zona Sul do Rio de Janeiro.
  • Marcelo Dourado (BBB8 e BBB10) – Detido em 2005 durante uma festa eletrônica, suspeito de uso de drogas.
  • Daniel Echaniz (BBB12) – Expulso após suspeita de abuso sexual; câmeras mostraram Monique Amin na cama, levando à acusação online, mas o caso foi arquivado pela Justiça.
  • Laércio Moura (BB16) – Condenado a 12 anos de prisão por estupro de vulnerável e armazenamento de material com cena sexual envolvendo menor.
  • Marcos Harter (BBB17) – Expulso por agressão a Emilly Araújo; anos depois, houve decisões judiciais envolvendo lesão corporal e ataques nas redes.
  • Vanderson Brito (BBB19) – Expulso no início do programa por denúncias de agressão; absolvido no ano seguinte.
  • Felipe Prior (BBB20) – Condenado a oito anos de prisão em regime semiaberto por estupro consumado em 2014, com possibilidade de recurso.
  • Nego Di (BBB21) – Condenado a 11 anos por estelionato ligado a um esquema de venda de rifas digitais.
  • Cara de Sapato (BBB23) e MC Guimê (BBB23) – Expulsos por importunação sexual, com imagens que mostraram o funkeiro apalpando determinada participante e o outro tentando beijá-la à força; ambos indiciados pela Deam.
  • Pedro (BBB25) – Desistiu de participar após tentar beijar uma participante sem consentimento; indiciado pela PCERJ por importunação sexual.

Esses casos evidenciam que, além do entretenimento, o BBB também lança debates sobre limites, responsabilidade e conduta de participantes, tanto dentro quanto fora da casa. A cobertura continua acompanhando desdobramentos e ações das autoridades envolvidas.

Conte pra gente nos comentários: você acredita que o BBB está lidando de forma adequada com esse tipo de situação? Que medidas adicionais o programa deveria adotar para promover um ambiente mais seguro e responsável para todos os participantes?

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