Dados da Agenda Transparente, publicada pela Agência Fiquem Sabendo, mostram quem tem sido mais ativo em encontros com o presidente Lula desde o início do mandato em 2023. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, aparecem entre os mais próximos do presidente, com Wagner somando 52 compromissos e Rui Costa ocupando o topo do ranking geral, com 343 agendas.
Entre os membros do governo, Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Haddad (Fazenda) aparecem logo atrás, com 215 e 203 encontros, respectivamente. Entre os políticos baianos, Sidônio Palmeira registra 93 compromissos, Márcio Macêdo (Secretaria Geral) 85 e Margareth Menezes (Cultura) 16.
No Legislativo, Wagner continua à frente com 52 encontros com Lula. Em seguida vêm José Guimarães (PT-CE), com 38, Randolfe Rodrigues (PT-AP), com 35, e, entre ex-presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, ambos com 17 compromissos.
Outros nomes da cena política aparecem com menor frequência: o senador Otto Alencar (PSD) registrou 5 contatos, assim como Lídice da Mata (PSB) e Otto Alencar Filho, que hoje atua como conselheiro do TCE-BA. Entre governadores e prefeitos, Jerônimo Rodrigues (PT) soma 5 compromissos, empatando com Cláudio Castro (RJ) e Raquel Lyra (PE).
Na ponta da lista, aparecem o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), com 12 encontros; o governador do Ceará, Elmano Freitas (PT), com 10; e o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), com 9. Entre prefeitos, Eduardo Paes (RJ) e João Campos (Recife) aparecem com 7 compromissos cada um.
Os números revelam uma presença constante de lideranças de diferentes frentes — Congresso, governos estaduais e locais — nas agendas de Lula. A leitura aponta para a influência de Rui Costa e a relevância de Wagner e Padilha nas articulações do governo, com destaque para figuras baianas no equilíbrio regional.
E você, o que pensa sobre essa configuração de encontros e compromissos? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como essa dinâmica pode impactar as decisões do governo nos próximos meses.

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