Meta descrição: Tribunal do Júri do Rio absolve dois policiais militares pela morte de Thiago Menezes Flausino, de 13 anos, em Cidade de Deus, gerando críticas da Anistia Internacional. Entenda o caso, o veredito e as consequências legais.
Palavras-chave: absolvição, Polícia Militar, Cidade de Deus, homicídio qualificado, Thiago Menezes Flausino, Anistia Internacional, júri, Batalhão de Choque.
O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro absolveu, na noite desta quarta-feira (11), os policiais militares Aslan Wagner Ribeiro de Faria e Diego Pereira Leal, acusados de homicídio qualificado pela morte do adolescente Thiago Menezes Flausino, de 13 anos. O caso ocorreu em agosto de 2023, na Cidade de Deus, na zona oeste da capital fluminense.
Os agentes, que integram o Batalhão de Choque, também foram inocentados da acusação de tentativa de homicídio contra Marcos Vinicius de Sousa Queiroz. Os adolescentes estavam juntos em uma motocicleta quando foram atingidos por disparos de fuzil. Marcos foi baleado na mão e sobreviveu. Em depoimento, ele afirmou que Thiago não estava armado no momento do crime.
O julgamento durou dois dias e contou com intensos debates entre acusação e defesa. A decisão pela absolvição foi tomada pela maioria dos sete jurados. Os policiais ainda respondem a um segundo processo por fraude processual.
O juiz Renan Ongaratto, responsável pela sessão, ressaltou que o Judiciário não ignora a dor da família das vítimas, mas destacou que o veredito reflete a decisão do tribunal do júri.
Em nota, a Anistia Internacional criticou o resultado, afirmando que o caso desviou o foco ao retratar o adolescente como criminoso, em vez de vítima da letalidade policial.
Como você encara esse desfecho? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre segurança pública e atuação policial na cidade. Ao dialogar, ajudamos a compreender diferentes perspectivas sobre o tema.

Facebook Comments