Menina é estuprada no Rio por sete pessoas após ordem do ‘tribunal do tráfico’, diz polícia

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Meta descrição: Adolescente é vítima de estupro coletivo na Baixada Fluminense, RJ, após ser confundida com namorada de integrante de facção rival. Polícia civil investiga sete suspeitos; operação acontece em São João de Meriti e Belford Roxo.

Uma adolescente foi vítima de estupro coletivo cometido por sete pessoas na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, após ser condenada pelo chamado tribunal do tráfico. A Polícia Civil explicou que o crime ocorreu porque a jovem foi confundida com a namorada de um integrante de uma facção rival.

A vítima, que morava nas proximidades da localidade Trio de Ouro e visitava parentes no local, foi capturada por traficantes do Terceiro Comando Puro. Eles acreditaram que ela seria companheira de um criminoso do Comando Vermelho.

O crime foi cometido por seis adultos, incluindo uma mulher que segurou a vítima, e por um adolescente. A violência parou quando um dos criminosos percebeu o erro, segundo a Polícia Civil.

A Polícia Civil recebeu informações sobre o caso após a vítima procurar atendimento médico. Nesta quarta-feira, agentes da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) deflagraram uma operação em São João de Meriti e Belford Roxo.

Foram expedidos mandados de prisão para cinco suspeitos e um de busca e apreensão para o adolescente. Segundo a investigação, um dos criminosos já havia sido preso na semana passada após ser agredido, e outro foi morto por bandidos.

As investigações continuam para esclarecer a motivação do ataque e identificar todos os envolvidos. O caso ressalta os riscos de reações violentas entre facções criminosas e a importância de ações policiais para coibir crimes contra mulheres na região.

Opinião dos especialistas e das autoridades ressalta a necessidade de proteção às vítimas e de resposta rápida do sistema de justiça para reduzir a violência de gênero na cidade. A cobertura completa segue com os desdobramentos das investigações.

Conteúdo para debate: compartilhe nos comentários o que você acha que precisa mudar para prevenir casos como esse e como a polícia pode aprimorar o atendimento às vítimas de violência.

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