Meta: Juliana Peres Magalhães, babá brasileira, foi condenada a 10 anos de prisão nos EUA por participação no caso de duplo homicídio ocorrido em Fairfax, em fevereiro de 2023. A mulher tornou-se testemunha-chave da acusação contra Brendan Banfield, que foi considerado culpado em 2 de fevereiro de 2026 por duas acusações de homicídio qualificado.
Juliana Peres Magalhães, que imigrou para os Estados Unidos em outubro de 2021 como au pair, iniciou um relacionamento com Brendan Banfield em agosto de 2022. Segundo seu depoimento, o casal planejou matar Christine Banfield, não aceitando o divórcio, e atraiu Joseph Ryan para a casa por meio de uma rede social de BDSM com o objetivo de incriminá-lo pelo homicídio.
Joseph Ryan foi morto a tiros, enquanto Brendan Banfield atirou primeiro no homem e depois esfaqueou Christine. Juliana afirmou que não tocou na esposa em nenhum momento e que efetuou o segundo disparo apenas quando Joseph ainda estava vivo. Christine Banfield e Joseph Ryan morreram, encerrando a investigação que durou sete meses.
Após a descoberta, Juliana foi presa em outubro de 2023 e Brendan Banfield ficou detido desde setembro de 2024. Juliana tornou-se a principal testemunha de acusação no julgamento de Banfield, que resultou em sua condenação em fevereiro de 2026 pelo Tribunal do Condado de Fairfax.
A juíza Penney Azcarate concedeu a pena máxima prevista pela lei, afirmando que Juliana merecia prisão e uma vida de reflexão sobre o impacto do crime para as vítimas e para a família. O veredito ressaltou a participação da babá no esquema e as consequências trágicas para todos os envolvidos.
O caso evidencia a complexidade das relações entre as partes e o peso de testemunhas-chave no andamento de um júri. O envolvimento da brasileira, que chegou aos EUA como au pair, foi determinante para a condenação de Banfield e para o desfecho do duplo homicídio em Fairfax.
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