Lucas Pinheiro Braathen conquistou, neste sábado (14/2), o inédito ouro do Brasil no slalom gigante, nos Jogos Olímpicos de Inverno. O feito leva o país ao jardim do pódio pela primeira vez na modalidade, gerando grande repercussão internacional, especialmente na Noruega, país que o atleta defendia até outubro de 2023.





O Dagbladet chamou o título de “absolutamente incrível” e destacou que Braathen fez história ao colocar o Brasil no alto do pódio no slalom gigante. Ao cruzar a linha de chegada, ele abriu os braços, mostrando que o atleta criado em Hokksund realizou uma performance monumental, algo raro no esporte.
Durante a transmissão na Noruega, o comentarista Kjetil André Aamodt, da NRK, classificou a situação como frustrante:
“É um pouco frustrante que ele não seja norueguês”, disse Aamodt.
Braathen é filho de pai norueguês e mãe brasileira, e mantém dupla cidadania. Desde a infância, preserva vínculos com o Brasil, visitando a família materna nas férias. Defendendo a Noruega no início da carreira, ele foi campeão da Copa do Mundo de Slalom em 2023. Após conflitos com a federação do país, chegou a anunciar a aposentadoria, mas retornou em 2024 defendendo o Brasil, colecionando medalhas em etapas da Copa do Mundo de slalom e slalom gigante.
Essa conquista marca uma virada importante na trajetória de Braathen, que une raízes brasileiras e norueguesas para levar o Brasil a um lugar de destaque nos Jogos de Inverno. Assim, o nomes como Lucas Pinheiro Braathen entram para a história do esporte brasileiro e mundial.
E você, o que achou da vitória histórica de Braathen pelo Brasil? Conte nos comentários a sua opinião sobre esse momento marcante do esporte brasileiro e da integração de culturas no ski alpino.

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