Carnaval 2026: veja como se prevenir de intoxicação por metanol

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Carnaval 2026: SES?SP alerta sobre riscos de bebidas adulteradas com metanol

A Secretaria estadual da Saúde de São Paulo (SES?SP) emitiu, nesta semana, um alerta sobre os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol durante o Carnaval 2026. O Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do governo estadual coordena ações com as Vigilâncias Sanitárias municipais, responsáveis pela inspeção de estabelecimentos e vendedores ambulantes, além de verificar a origem e a procedência dos produtos comercializados.

A estratégia envolve fiscalização para coibir a venda e o consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos, conforme a Lei Estadual n° 14.592/2011, bem como orientar o comércio para prevenir infrações e cumprir a legislação vigente. As ações visam ao comércio responsável, à prevenção de intoxicações e à proteção da população.

Para os foliões, a orientação é simples: adquirir produtos apenas de estabelecimentos regularizados, conferir a procedência, o rótulo, o lacre de segurança e evitar itens de origem duvidosa. Consumir bebidas de fabricantes legalizados reduz o risco de intoxicação por metanol e de consequências graves para a saúde.

Sinais e sintomas de alerta

  • Iniciais (até 6h após ingestão): dor abdominal intensa, sonolência, coordenação deficiente, tontura, náuseas, vômitos, dor de cabeça, confusão mental, taquicardia e queda da pressão arterial.
  • Entre 6h e 24h: visão embaçada, fotofobia, visão turva, pupilas dilatadas, perda da percepção de cores, convulsões, coma e acidose metabólica grave.
  • Casos graves podem evoluir para cegueira irreversível, choque, pancreatite, insuficiência renal e alterações neurológicas.

Balanço de casos

A SES?SP atualizou, na quarta-feira (11/2), o balanço de casos relacionados à intoxicação por metanol. No total, foram confirmados 52 casos e 12 mortes, com vítimas em cidades como São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco, Jundiaí, Sorocaba e Mauá. Quatro óbitos continuam em investigação: um em Guariba, um em São José dos Campos e dois em Cajamar. Além disso, 570 casos suspeitos foram descartados.

Entre as mortes, as informações disponíveis indicam vítimas de diferentes faixas etárias e municípios, reforçando a necessidade de ações rápidas de fiscalização, orientação pública e vigilância sanitária para evitar novas ocorrências durante o Carnaval.

Apoio às ações também envolve a identificação de pontos de venda irregulares e a implementação de protocolos de detecção de metanol em bebidas alcoólicas, com foco na proteção da população.


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Conclusão: as autoridades enfatizam a importância de comprar bebidas de fontes confiáveis, acompanhar as regras de fiscalização e manter a população informada para reduzir o risco de intoxicação por metanol durante o Carnaval. A participação comunitária é fundamental para identificar e denunciar irregularidades, protegendo foliões e trabalhadores do setor.

E você, como pretende se prevenir neste Carnaval e quais medidas de fiscalização considera mais eficaz? Compartilhe suas experiências, dúvidas ou sugestões nos comentários abaixo para enriquecer o debate e fortalecer a segurança de todos durante a folia.

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