Neste sábado, 14 de fevereiro de 2026, representantes dos ministérios das Relações Exteriores do Reino Unido, França, Alemanha, Suécia e Holanda divulgaram uma declaração conjunta afirmando que a análise de amostras de sangue de Navalny “confirmou a presença de epibatidina”, toxina associada a rãs venenosas na América do Sul.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, negou as alegações das autoridades europeias de que o líder da oposição ao governo russo, morto há dois anos, tenha sido envenenado. A informação foi publicada pela agência estatal russa TASS.
Segundo a declaração conjunta, as amostras analisadas apontam para a presença da epibatidina, o que, segundo os signatários, reforça a suspeita de envenenamento. A Rússia, porém, mantém a posição de não ter havido envenenamento, e as autoridades russas contaram com o repasse de informações via TASS para sustentar sua versão.
A discussão acarreta mais um capítulo na tensão entre autoridades internacionais e Moscou, com as partes divergindo sobre a causa da morte de Navalny e sobre a origem de eventuais toxinas mencionadas no caso. A cobertura segue em desenvolvimento, com novos documentos e depoimentos possivelmente surgindo nos próximos dias.
E você, o que acha dessa conclusão sobre a presença de epibatidina nas amostras de Navalny? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre esse desdobramento internacional.

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