A maioria dos adultos nos Estados Unidos diz acreditar em Deus ou em um espírito universal, mas a prática religiosa é bem mais diversa. Em uma amostra de 36.908 adultos coletada entre 17 de julho de 2023 e 4 de março de 2024, 83 em 100 declararam acreditar em uma entidade superior, sendo 54 com absoluta certeza e 21 bastante certos; 8 tinham pouca ou nenhuma certeza, e 16 não acreditavam.
A prática religiosa, porém, não segue exatamente essa linha de crença. Na mesma amostra, apenas 25 participariam de cultos presenciais semanalmente, 8 iriam uma ou duas vezes por mês, 18 algumas vezes ao ano, e a maior parte, 49, iria raramente ou nunca.
A oração permanece comum: 44 afirmaram orar diariamente, 23 semanalmente ou mensalmente, e 32 orariam poucas vezes ou jamais.
Sobre a importância da religião na vida, as respostas divergiram. 38 considerariam a religião muito importante, 26 a descreveriam como bastante importante, e 35 a veriam com pouca ou nenhuma importância.
Quanto à vida após a morte, o cenário também é diverso. Cerca de 70 em cada 100 acreditariam na continuidade da existência após a morte; entre eles, 52 acreditariam no céu e no inferno, 14 apenas no céu e 3 apenas no inferno. Por outro lado, 28 não acreditariam em nenhuma forma de vida após a morte.
A apresentação “100 pessoas” ajuda a tornar estatísticas nacionais mais fáceis de entender, mostrando como crença, prática e visão sobre a vida após a morte se distribuem entre a população.
E você, como vê a relação entre crença, prática religiosa e suas próprias convicções? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o papel da religião no dia a dia e no conceito de vida após a morte.

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