O vereador Silvio Humberto (PSB) avaliou, na noite deste sábado (14), as movimentações provocadas pelas eleições de 2026, com foco no rompimento do senador Angelo Coronel com o grupo do governador Jerônimo Rodrigues.
Questionado sobre o “xadrez político” que se desenha, Humberto concordou com a analogia: “O que não pode é a gente jogar Xadrez com a cabeça de quem joga Dama. A gente vai perder logo, nem senta pra jogar.” Ele afirmou que este é, de fato, um momento de muitas articulações e conversas, de juntar e convencer as pessoas, e que “só tem um juiz, e vai ser no primeiro domingo de outubro quando o conjunto chamado povo vai decidir”.
Segundo o vereador, que participou nesta noite da saída do Ilê Aiyê no Curuzu, trata-se de um “projeto político que não tem desafios” que cairia numa aparente e complicada zona de conforto.
Sobre a comparação nos bastidores entre Coronel e Lídice da Mata (PSB), que também perdeu a vaga ao Senado no grupo ligado ao PT na Bahia, Humberto explicou: defender um projeto de raiz, “de entender que a justiça social é fundamental para fazer o país avançar”, é diferente de aderir ao projeto. Embora haja um número considerável de votos, é preciso perguntar até que ponto esse apoio está internalizado para além de interesses individuais. Ele ressaltou que veio de uma tradição, assim como Lídice da Mata, de projetos coletivos que buscam enfrentar desigualdades sociais e raciais e que a mudança precisa ser construída coletivamente.
O momento exige reflexão sobre caminhos para a Bahia, com construção coletiva e foco em resultados que beneficiem a população local.
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