Polícia Civil de São Paulo reforça a segurança do carnaval com a Operação Carnaval, que utiliza agentes infiltrados entre foliões disfarçados de personagens de desenhos para detectar crimes em blocos da capital. A estratégia tem o objetivo de prevenir furtos, tráfico e receptação, complementando outras ações de segurança durante o evento.
No sábado, 14 de fevereiro, policiais fantasiados de Scooby-Doo prenderam três suspeitos por roubo de celulares em blocos na região do Paraíso, na zona sul. A operação resultou na recuperação de oito aparelhos entre os foliões. A iniciativa foi articulada pela Polícia Civil para identificar o modus operandi de criminosos que atuam em grandes eventos.
Policiais fantasiados de ‘Chaves’ durante carnaval em São Paulo
No domingo, 15 de fevereiro, a atuação disfarçada seguiu com agentes fantasiados de personagens da Turma do Chaves nas festividades da região central, na República, onde três homens foram presos por tráfico de drogas e duas mulheres por receptação de celular furtado. A operação segue com atuação em pontos estratégicos da capital para prevenir delitos patrimoniais durante o carnaval.
Segundo a Polícia Civil, a atuação disfarçada é complementar às demais estratégias de segurança e facilita a identificação do modus operandi de grupos que exploram grandes eventos para furtos, tráfico e receptação. As ações já contribuíram para a recuperação de mais de 60 celulares roubados ou furtados desde o fim de semana de pré-carnaval, embora o balanço completo de furtos e roubos não tenha sido divulgado pela secretaria.
A prática de infiltrar equipes com fantasias já é adotada pela corporação desde o carnaval de 2024, ampliando a fiscalização em pontos-chave da cidade, como Ibirapuera, Consolação e Paraíso, com foco na prevenção de crimes patrimoniais. A iniciativa ressalta a importância de ações criativas e coordenadas para manter a segurança dos foliões durante a maior festa da cidade.
E você, o que acha dessa estratégia de infiltração com fantasias para reduzir crimes em grandes eventos? Conte nos comentários a sua opinião sobre a eficácia desse tipo de abordagem.

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