Suspeito de tiroteio em festival judaico na Austrália comparece pela primeira vez ao tribunal

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Um homem de 24 anos, Naveed Akram, acusado de matar 15 pessoas em um tiroteio durante um festival judaico na praia de Bondi, em Sydney, compareceu pela primeira vez ao tribunal nesta segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026, por videoconferência do Centro Correcional de Segurança Máxima de Goulburn, a cerca de 200 quilômetros de distância. Ele não se pronunciou sobre as acusações, que incluem homicídio e ato terrorista.

A audiência foi breve e concentrou-se na prorrogação de uma ordem judicial que impede a divulgação das identidades das vítimas e de sobreviventes que optaram por não se identificar publicamente. O advogado de defesa, Ben Archbold, afirmou aos jornalistas que Akram está bem e que ainda é cedo para indicar qualquer estratégia de defesa.

Akram ficou ferido no ataque, no qual seu pai, Sajid Akram, morreu após confronto com a polícia. A investigação policial é uma das três apurações oficiais sobre o que é considerado o pior suposto ataque terrorista da Austrália e o pior tiroteio em massa no país em 29 anos. Uma das apurações analisa as possíveis falhas nas interações entre as forças de segurança e serviços de inteligência antes do ataque, que teria sido inspirado pelo Estado Islâmico. Além disso, uma comissão real deverá investigar a natureza, a incidência e os fatores por trás do antissemitismo, bem como as circunstâncias do tiroteio.

Akram deverá retornar ao tribunal em 9 de abril para novos procedimentos. O caso segue repercutindo nacional e internacionalmente, com perguntas sobre segurança, cooperação entre órgãos e medidas para evitar tragédias semelhantes no futuro. Se você tem opinião sobre como a sociedade encara ataques como esse e as investigações em curso, compartilhe nos comentários para continuarmos o debate com responsabilidade e senso crítico.

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