Caroline de Toni, deputada federal pelo estado de Santa Catarina, está inclinada a deixar o Partido Liberal (PL) caso não tenha garantias explícitas para permanecer na legenda. Ela exige, entre outras coisas, uma carta de Jair Bolsonaro pedindo que a parlamentar permaneça no PL e manifestações públicas de Bolsonaro e de outras lideranças do partido a seu favor.
Além disso, a deputada pede compromissos públicos de Flávio Bolsonaro, do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, de que disputará o Senado pelo PL em Santa Catarina. Sem esse apoio público, Caroline já sinaliza a possibilidade de deixar a sigla.
O contexto explica parte da pressão: o próprio Valdemar Costa Neto teria sinalizado que Caroline não deverá ter legenda para concorrer ao Senado na chapa de Jorginho Mello. Em troca, o PL planeja abrir espaço para o senador Esperidião Amin (PP-SC) em uma aliança com a federação PP-União Brasil. A outra vaga do Senado na chapa de Jorginho seria destinada a Carlos Bolsonaro (PL).
A situação revela tensões internas no PL entre o family Bolsonaro e a direção do partido, em um momento de redesenho político que envolve Santa Catarina e as negociações para futuras federações e alianças.
No meio desse cenário, Caroline mantém a pressão para obter garantias de que poderá representar o PL no Senado e para que haja apoio público de liderança locais e nacionais, incluindo o próprio Bolsonaro, que hoje cumpre prisão administrativa. A hipótese de rearranjo indica que a chapa de Santa Catarina pode passar por mudanças relevantes nos próximos meses.






Conclui-se que a disputa interna no PL envolvendo a liderança nacional e o núcleo bolsonarista pode influenciar o cenário eleitoral de Santa Catarina, com impactos potenciais para a formação de chapa e para a eleição ao Senado.
E você, o que acha dessa dança de alianças e exigências dentro do PL? Deixe seu comentário com a sua leitura sobre as consequências para a política de Santa Catarina e para as perspectivas da legenda nas próximas oportunidades eleitorais.

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