O caso da mulher de 23 anos encontrada morta na Quadra 105 do Recanto das Emas (DF) teve uma reviravolta na noite desta terça-feira (17/2).
Inicialmente, as marcas de violência e sangue encontrados no corpo e no local fizeram com que a investigação fosse conduzida como feminicídio. No entanto, o exame do Instituto de Medicina Legal (IML) apontou um novo rumo, indicando que a causa da morte não foi enforcamento ou esganadura.
O marido, que era tratado como suspeito e estava detido na 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), foi liberado após a conclusão dos laudos que corroboraram a conclusão de que não houve enforcamento nem esganamento.
Os exames indicaram possivelmente a intoxicação como causa da morte, enquanto as marcas no corpo foram consideradas inconclusivas pelo IML. Além disso, dois celulares e um pendrive foram apreendidos na casa onde a vítima foi encontrada.
A suspeita recaiu sobre o marido principalmente por causa do depoimento dele à Polícia Civil (PCDF). Ele afirmou não saber explicar o que teria ocorrido com a esposa.
O casal morava próximo a um batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Questionado, o homem também não soube esclarecer por que não procurou ajuda na unidade, mesmo estando nas proximidades.
De acordo com o advogado Cícero Gonçalves Matos, que defende o marido, as investigações ainda estão em andamento e o cliente tem colaborado com as autoridades, apresentando-se espontaneamente à polícia.
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