O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), definiu Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, como advogado dele no caso em que partidos de oposição pediram investigação e afastamento dele ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
PT, Rede, PDT, PCdoB e PV apresentaram notícia de fato ao STJ que pede apuração de “possíveis crimes e atos de improbidade administrativa” nas decisões relacionadas às duas instituições financeiras. O STJ enviou o documento para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se pronunciar, no dia 28 de janeiro. O caso foi distribuído por sorteio à ministra Isabel Gallotti.
Kakay apresentou pedido ao STJ para ter acesso à documentação. “Eu já advoguei para mais de 90 governadores. Tenho bastante experiência com isso. Essa é uma questão política – eu não atuo politicamente, eu atuo juridicamente, então, eu pedi tanto ao procurador-geral quanto à ministra do STJ para que eu possa realmente estudar a representação”, disse.
“Em rega, essas representações, elas têm uma conotação política, tanto é que são assinadas por partidos políticos”, declarou Kakay.
Embora não exista processo de investigação até que o STJ decida, a representação obrigatoriamente vai à PGR e terá o trâmite na Corte ou no Supremo Tribunal Federal (STF), se houver entendimento de que deve ser incluído no inquérito sobre o Master.

Facebook Comments