Meta description: Encerramento dos Jogos de Inverno Milão-Cortina 2026 destacou Lucas Braathen como campeão olímpico, o Brasil em sua melhor participação e uma cerimônia em Verona com foco em sustentabilidade e legado para 2030 nos Alpes franceses. Palavras-chave: Milão-Cortina 2026, encerramento, Lucas Braathen, Edson Bindilatti, Brasil nos Jogos de Inverno, Arena Verona, Kirsty Coventry, sustentabilidade, 2030 Alpes Franceses.
Os Jogos de Milão-Cortina chegaram ao fim em uma cerimônia realizada na Arena de Verona, um anfiteatro com origem antiga, construído por volta do ano 30, e que é mais antigo que o Coliseu. O encerramento da 24ª edição destacou não apenas o glamour do espetáculo, mas o marco histórico de sediar em um local tão ancestral.
O tema da noite foi Beleza em Ação, assinado pela diretora Stefania Opipari. A cerimônia marcou, pela primeira vez desde Atenas-1896, que um monumento da Antiguidade sediou uma celebração olímpica, conectando passado e presente com o palco de Verona.
Antes da entrada da delegação italiana e da chegada do fogo olímpico, foram exibidas imagens de personagens icônicos dos Jogos ao som da ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, em uma apresentação musical que contou com Calibro 35, a cantora Margherita Vicario e o rapper Davide Shorty.
Entre os destaques esportivos, o Brasil teve uma participação histórica: Lucas Pinheiro Braathen chegou ao ouro no esqui slalom gigante, garantindo a primeira medalha de ouro de um país latino-americano em Olimpíadas de Inverno. Esse feito elevou o Brasil ao status de potência emergente nas provas de inverno.
A cerimônia dedicou atenção também à sustentabilidade, com o bloco Uma Bela Terra: Ciclo da Água, que enfatizou respeito ao meio ambiente. No palco, a produção destacou que 80% do cenário será feito de madeira, 90% da iluminação é LED e os figurinos utilizam materiais reciclados ou tecidos reaproveitados. Stefania Opipari reforçou que a cerimônia buscou conjugar espetáculo com responsabilidade ambiental.
No âmbito da participação brasileira, a delegação chegou a 14 atletas, a maior da história do país em Jogos de Inverno. Além da consagração de Braathen, Edson Bindilatti atuou como porta-bandeira na cerimônia de encerramento, em sua terceira passagem no posto. O bobsled brasileiro terminou a competição em 19º lugar, recorde entre as participações olímpicas do país, mas com o conhecimento de que o ciclo de inverno tem amadurecido rapidamente no Brasil.
A transmissão também trouxe os resultados de destaque: Nicole Silveira ficou em 11º no skeleton feminino, e Pat Burgner terminou em 14º no snowboard halfpipe. Em Verona, a bandeira olímpica foi transferida às autoridades da próxima sede, com a França recebendo a responsabilidade para 2030, nos Alpes Franceses. Kirsty Coventry, presidente do Comitê Olímpico Internacional, descreveu os Jogos como mágicos, elogiando a coragem, a garra e a união de atletas de todo o mundo.
O encerramento também celebrou o Brasil pela sua melhor atuação em Olimpíadas de Inverno, destacando Braathen como símbolo dessa evolução. A cerimônia culminou com a passagem de tocha, lançando um olhar ao futuro, já anunciando que os próximos Jogos serão nos Alpes franceses e que o espírito olímpico continua a guiar nações rumo ao alto rendimento, ao respeito e à amizade entre povos.
E você, qual momento da cerimônia ou qual conquista brasileira nos Jogos de Inverno mais lhe marcou? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe sua perspectiva sobre o legado que Milão-Cortina deixa para o esporte brasileiro e para as próximas edições.

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