Kamylinha reage à condenação de Hytalo Santos: “Homofobia e racismo”


Justiça da Paraíba condena Hytalo Santos e Euro em caso de exploração de menores; Kamylinha reage nas redes

Kamylinha se pronunciou nas redes sociais após a condenação de Hytalo Santos e Israel Vicente, conhecido como Euro. A Justiça da Paraíba os sente como autores de exploração sexual de adolescentes. A influenciadora era uma das jovens que moravam com o casal e foi apontada no caso como a principal vítima.

Na publicação, Kamylinha afirmou que houve homofobia e racismo nas falas do juiz, dizendo que a verdade vem sendo revelada mesmo diante da falta de atenção inicial e pedindo ajuda aos seus seguidores.

Ela também pediu para os fãs orarem pela família HS e pela reavaliação do caso. A influenciadora compartilhou ainda a nota da defesa de Euro e Hytalo, bem como um vídeo do advogado que cuida do caso.

Ela também pediu aos fãs que continuem orando pela família, afirmando que Deus está no controle.

Kamylinha compartilhou a nota da defesa de Euro e Hytalo, bem como um vídeo do advogado que cuida do caso.

Entenda o caso

A Justiça da Paraíba condenou Hytalo Santos e o marido dele, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro. O influenciador foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão e Euro a 8 anos e 10 meses.

A sentença, proferida no domingo (22/2) pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da comarca de Bayeux, aponta que os dois estiveram envolvidos na produção de conteúdo pornográfico envolvendo menores. Os adolescentes eram inseridos em um ambiente artificial e controlado, parecido com um reality show, além de serem expostos a situações de risco extremo.

A decisão também afirma que Hytalo e Euro eram permissivos, fornecendo bebidas alcoólicas para os menores e deixando de lado alimentação e escolaridade, demonstrando negligência com as vítimas.

Segundo o magistrado, os crimes ocorreram pela exploração da vulnerabilidade das vítimas, que não tinham condições de entender ou resistir às práticas ilícitas.

Além das penas de prisão, a Justiça fixou uma indenização por danos morais de R$ 500 mil e determinou o pagamento de 360 dias-multa para cada réu, calculados com base em um trinta avos do salário mínimo vigente.

Este desfecho ressalta a seriedade com que casos de exploração envolvendo menores são tratados e as consequências legais previstas para quem se envolve nesse tipo de crime.

Convido você a deixar sua opinião nos comentários. O que acha das decisões da Justiça nesse tipo de caso e do papel das redes sociais na repercussão?

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