A denúncia de que Domingos Brazão seria mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes não levou à perda do cargo nem às vencimentos do conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).
Réu em julgamento aberto nesta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF), Brazão recebeu em fevereiro uma remuneração bruta de R$ 55.912,00, incluindo adicionais que extrapolam o teto constitucional, como triênio, auxílio-saúde e auxílio-educação.
Após os descontos legais, o rendimento líquido ficou em R$ 35.567,60, conforme dados do Portal da Transparência do TCE-RJ.
Brazão encontra-se preso preventivamente desde março de 2024, acusado de encomendar o assassinato da parlamentar do PSOL.
O andamento do caso no STF e as disputas sobre a responsabilidade de altos cargos no estado continuam em foco, com a tramitação ainda em fase inicial e desdobramentos esperados nos próximos meses.
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