A família de Virginia Giuffre celebrou a prisão do ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, anunciada nesta quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026. Giuffre, uma das vítimas de Jeffrey Epstein, foi fundamental para o afastamento da vida pública da realeza britânica após as repercussões das acusações em 2019.
Segundo Giuffre, os abusos teriam ocorrido em três ocasiões, todas quando ela tinha 17 anos, com a intervenção de Epstein, com quem Andrew manteve relação próxima por anos. O ex-príncipe sempre negou as acusações.
Em 2021, Virginia abriu uma ação civil contra Andrew nos EUA, encerrada em fevereiro de 2022 por meio de um acordo financeiro não divulgado, sem que o príncipe admitisse culpa.
Virginia Giuffre morreu em abril de 2025, aos 41 anos, em circunstâncias descritas como suicídio na Austrália.
Nesta quinta, a família divulgou um comunicado celebrando a prisão, afirmando que a decisão reforça que ninguém está acima da lei — nem mesmo a realeza. A nota agradeceu à Polícia do Vale do Tamisa pelo trabalho na investigação e destacou que o legado de Giuffre serve de inspiração para sobreviventes em todo o mundo.
Andrew Mountbatten-Windsor foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, e a polícia da região investiga, após denúncia sobre o suposto compartilhamento de material confidencial com Epstein.
O caso reacende debates sobre justiça, responsabilidade de figuras públicas e o impacto das denúncias de Giuffre na percepção da realeza britânica. O que você acha dessa decisão e do legado em torno das denúncias contra Epstein? Deixe sua opinião nos comentários.

Facebook Comments