Um funcionário do Metrô de São Paulo foi demitido após se recusar a ajudar uma passageira em um caso de assédio sexual na estação Sé, da linha 3-Vermelha. A apuração aponta que o trabalhador chegou a culpar a vítima, dizendo que as roupas teriam motivado o crime. A passageira foi acolhida por agentes, que ofereceram suporte para registro de boletim de ocorrência, mas optou por não denunciar. O Metrô pediu desculpas pelo ocorrido e afirmou repudiar o assédio.
Em outro caso registrado pelo sistema, na linha 7-Rubi, na estação Água Branca, por volta das 7h45, a vítima procurou ajuda de seguranças. O suspeito foi detido e conduzido à Delegacia de Polícia do Metropolitano (DELPOM). A TIC Trens, empresa que administra a linha, repudiou a conduta do suspeito e afirmou que a vítima recebeu acolhimento e suporte necessários.
A reportagem ressalta a necessidade de proteção às vítimas e de treinamento adequado para equipes de atendimento. O Metrô afirmou que continuará avaliando procedimentos para assegurar apoio a quem denuncia abusos, e reiterou o repúdio a qualquer forma de assédio.
E você, o que pensa sobre a forma como casos de assédio são tratados nas redes de transporte? Deixe sua opinião nos comentários e ajude a debater caminhos para melhorar a proteção e o acolhimento aos trabalhadores e passageiros.

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