O Bahia foi eliminado da Copa Libertadores ao perder nos pênaltis para o O’Higgins, após vencer por 2 a 1 no tempo normal, na Arena Fonte Nova diante de mais de 46 mil torcedores. Willian José marcou os dois gols do Tricolor, enquanto Castillo descontou para o time chileno. Nas cobranças, Everton Ribeiro e Dell desperdiçaram, selando a vaga para o adversário.
O técnico Rogério Ceni explicou as escolhas nas cobranças e lamentou o erro que acabou abrindo espaço para o gol do adversário. “Num lance bobo, você acaba jogando tudo fora. Psicologicamente, é muito difícil reverter de forma imediata”, afirmou, destacando o peso emocional que a eliminação traz para a temporada.
Ceni também falou sobre o impacto da queda no planejamento de 2026, com o Bahia sem calendário internacional. “Gigantesco. Prejuízo não ter calendário internacional, nem mesmo a Sul-Americana. Vai demorar para reverter. A vida da gente é mobilizar, motivar”, comentou, citando a expectativa de ter uma semifinal no sábado e retomar no estadual e no Brasileirão.
Sobre o estilo da equipe, o treinador apontou uma mudança de característica: o elenco ficou mais agressivo e menos vistoso, com entradas e saídas de jogadores que modificaram o perfil da equipe. Ele ressaltou que o foco passou a ser mais resultado, mantendo, porém, a busca por equilíbrio.
Com a eliminação, o Bahia encerra a participação em competições continentais em 2026 e volta a se concentrar no Campeonato Baiano e no Brasileirão. A Copa do Brasil começa em maio, mantendo o foco nas disputas nacionais.
E você, o que achou da atuação do Bahia e das decisões na cobrança de pênaltis? Compartilhe suas opiniões nos comentários abaixo.

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