Logo após o Carnaval, chega um leve marasmo que parece tomar conta da vida da galera do axé. O texto brinca com esse momento, chamando de virose do Carnaval a indisposição que se espalha entre quem acabou de viver a folia. A Vampirose, segundo a crônica, é o vírus do ano, e ninguém fica ileso. A narrativa admite que a memória pode falhar até para quem acabou de vivenciar a festa. O tom é bem-humorado, convidando o leitor a rir dessa realidade pós-folia.
No texto, há uma cena que envolve Mainha circulando com Dani Cady pelos arredores de Praia do Forte, dias antes. O humor aponta uma suposta “regra natural” entre cantores de pagode e samba que envolve relacionamentos com mulheres brancas. A observação é apresentada como brincadeira, não como diagnóstico da vida real.
Quanto à agenda pública, o texto avisa que as prefeituras já olham para frente: sertanejos e forrozeiros de playground já começam a aquecer a programação na região. A mensagem é de que a dinâmica entre ritmos e a movimentação de shows segue como parte da agenda cultural que retorna após a folia.
Em síntese, a leitura apresentada é leve, com humor, cobrindo o retorno após o Carnaval e marcando a cena local com referências a artistas, à Praia do Forte e à diversidade de ritmos. E você, como tem sido esse recuo do Carnaval na sua localidade? Compartilhe sua opinião nos comentários.

Facebook Comments