Daniela Araújo abre o coração e relata superação do vício em cigarros e maconha

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Daniela Araújo revela luta contra dependência química após o divórcio. A cantora abriu um capítulo delicado de sua trajetória ao compartilhar, nas redes sociais, detalhes sobre o enfrentamento da dependência química. Após o divórcio em 2015, ela passou a conviver com hábitos que afetaram sua saúde física e emocional. Segundo Daniela, o vício começou após o término do casamento, em meio aos julgamentos na igreja e à mudança de círculo social. “Eu parei de fumar maconha, Deus me libertou numa experiência marcante que eu compartilharia com vocês, mas o cigarro ficou.” Ela também deixa claro que não transferiu a responsabilidade a terceiros: “Fumei e fiz tudo o que eu fiz porque eu quis, mas sabemos que ambiente influencia muito e só me ajudou a viciar mais.”

O ponto de virada veio com uma crise de ansiedade, principalmente após ter feito uso de maconha, cigarro e medicamentos controlados da época e experimentar o vape, que começava a ganhar popularidade. Depois de fumar, Daniela passou mal e precisou ser levada ao hospital, acreditando estar tendo um infarto. O diagnóstico foi crise de ansiedade generalizada. “Achei que ia morrer. Como foi triste me ver naquela situação”, contou. Esse episódio foi determinante para uma mudança radical de postura.

Fé e ajuda profissional caminham juntas. A cantora ressaltou que o processo envolveu tanto apoio espiritual quanto acompanhamento psicológico, mencionando o papel do pastor e psicólogo Natanael como decisivo para que não abandonasse o tratamento. “Pastor de verdade pega esses casos, porque a igreja é esse lugar de recuperação de pessoas. Jesus veio para os doentes e a gente está ali na igreja em tratamento”, disse. Daniela ainda alertou sobre não espiritualizar problemas que exigem intervenção prática e que buscar ajuda médica não anula a fé, apenas fortalece a cura.

A dor foi exposta como testemunho. Ela afirmou ter transformado a vergonha em aprendizado e incentivo a quem enfrenta dependências. “O poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza”, citou, defendendo que a igreja deve ser vista como espaço de restauração, não de condenação. O medo do julgamento, segundo ela, leva fiéis a esconder fragilidades e a prolongar o sofrimento.

Sobre sua trajetória na música gospel, Daniela, natural de Brasília, chegou ao destaque ao integrar o ministério Apascentar e, depois, consolidou carreira solo com álbuns e singles que alcançaram milhões de visualizações. O divórcio, anunciado em 2015, foi um período muito sensível, marcado pela exposição, mas também por quem permaneceu ao lado e ajudou na reconstrução.

Os testemunhos de superação não são exclusivos do meio gospel. Nomes como Eyshila já falaram sobre depressão e a importância do acompanhamento psicológico aliado à fé. Fora desse universo, Rodolfo Abrantes também compartilhou a libertação das drogas antes de ingressar na música cristã, reforçando a necessidade de cuidado com a saúde mental em momentos de crise.

Ao encerrar, Daniela deixou uma mensagem clara: há saída para quem decide mudar. Expor as próprias fragilidades tornou-se parte do processo de cura e pode servir de esperança para outras pessoas que enfrentam batalhas semelhantes. O relato reforça que fé e responsabilidade caminham juntas na recuperação.

E você, já enfrentou um desafio parecido? Compartilhe nos comentários suas experiências, reflexões ou estratégias de superação. Sua voz pode inspirar outras pessoas que acompanham histórias de transformação.

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