Lula se reúne com líderes mórmons após polêmica em desfile de Carnaval

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se, nesta quinta-feira (26/2), com líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) para falar sobre o funcionamento da igreja no Brasil e o trabalho de seus missionários. A audiência, solicitada pelos religiosos, durou cerca de 30 minutos e ocorreu no Planalto. Lula aproveitou o encontro para pedir mobilização da igreja no combate ao feminicídio.

Os líderes presentes disseram estar abertos a campanhas do governo e se colocaram disponíveis para colaborar com o apoio às famílias atingidas pelas chuvas em Minas Gerais, repetindo o suporte já prestado em desastres anteriores no Rio Grande do Sul. A discussão também abordou ações humanitárias e o papel da religião na sociedade brasileira, com Lula destacando a liberdade religiosa incentivada pelas políticas do seu governo.

“A conversa foi muito boa, e fiquei satisfeito ao ouvir que a liberdade religiosa no Brasil contou, nas palavras dos religiosos, com amplos incentivos dos meus governos”, escreveu Lula nas redes sociais ao final da audiência. Em tom de agradecimento, ele mencionou ações humanitárias e pediu o engajamento da igreja no Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, para ampliar o enfrentamento à violência contra as mulheres.

O encontro ocorre em meio a atritos recentes entre o governo e setores religiosos. Lula foi criticado após uma ala de uma escola de samba homenagear o presidente com referências a um segmento conservador, o que gerou debate sobre a relação entre política, mídia e fé. O presidente afirmou que não houve relação com o carnaval e ressaltou que a homenagem musical foi uma lembrança à sua mãe, não uma afirmação de postura política.

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Reaproximação entre o governo e religiosos

O encontro ocorre em meio ao atrito entre o governo e religiosos, após críticas ligadas a uma ala de escola de samba que homenageou Lula com referencias a um grupo conservador. Lula disse que não é carnavalesco nem responsável pela parade e reiterou que a homenagem foi uma lembrança à sua mãe, não uma posição política. A agenda reforça a ideia de abertura do governo a diálogos com líderes religiosos para temas sociais e humanitários.

Conclui-se que a reunião reforça a busca de cooperação entre o Executivo e instituições religiosas para ampliar ações sociais, especialmente em áreas de violência contra a mulher e de assistência a comunidades atingidas por desastres. A avaliação dos participantes, segundo fontes oficiais, foi positiva e destacou a disposição de manter canais de diálogo abertos.

Gostaríamos de ouvir a sua opinião sobre essa aproximação entre o governo e lideranças religiosas e qual o papel da fé na agenda pública. Compartilhe seus pontos de vista nos comentários.

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