Um pastor da Igreja Pentecostal Hai Baraka, Lino Pasquale, foi sequestrado em 19 de fevereiro, enquanto pescava no rio em Gondokoro, a 10 quilômetros de Juba. Seu corpo foi encontrado na manhã de 25 de fevereiro, segundo um familiar que pediu anonimato.
A Igreja Pentecostal do Sudão do Sul (SPC) afirmou que Pasquale foi alvo de um ataque e morto por homens armados não identificados, em comunicado divulgado na quarta-feira, 25 de fevereiro. Familiares e membros da igreja confirmaram o achado do corpo após uma busca angustiante.
“Este ato covarde deixou os moradores da região da cidade de Juba chocados, com o coração partido e em profundo luto”, disseram líderes do Conselho da Área de Juba da igreja. Eles condenaram veementemente o assassinato e pediram investigação imediata, completa e imparcial por parte do governo do Sudão do Sul e das autoridades de segurança.
Na tarde de 25 de fevereiro, membros da congregação e familiares se reuniram na igreja Hai Baraka, a oeste de Juba, para lamentar a morte do líder, descrito por religiosos como um grande servo de Deus, fiel e dedicado à obra do evangelho.
O ataque contra Pasquale não foi um caso isolado. Em 14 de janeiro, o Reverendo Christopher Maring, líder sênior da Igreja Interior da África (AIC), foi assassinado a tiros por homens armados não identificados, em sua residência no bairro de Gudele.
Líderes religiosos da região estão cada vez mais exigindo proteção maior e investigações mais profundas sobre assassinatos com motivos ainda não identificados, alertando que a impunidade pode comprometer a paz, a justiça e a estabilidade da região.
Este texto reúne informações de fontes locais e reforça a necessidade de respostas responsáveis para a segurança de líderes religiosos e da população na região de Juba, no Sudão do Sul.
Convidamos você a compartilhar nos comentários suas opiniões sobre como melhorar a proteção de líderes religiosos e promover a estabilidade na região. Participe com seu ponto de vista.

Facebook Comments