Homem invade convento no Paraná e mata freira de 82 anos

Escrito por: Diógenes Cunha

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Uma freira de 82 anos, Nadia Gavanski, foi morta por asfixia ao ser atacada dentro do Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, em Ivaí, no Paraná, quando um homem invadiu o local. A Polícia Civil informou que a PM chegou ao local rapidamente e encontrou a religiosa caindo ao chão, com as roupas parcialmente retiradas e sinais de violência física. A testemunha presente no convento relatou que a freira tentou se defender durante o ataque.

O suspeito, de 33 anos, foi preso em flagrante após a ação de investigadores que analisaram imagens gravadas pela fotógrafia que testemunhou o crime. Ele já possuía antecedentes por roubo e furto e tentou fugir quando a polícia se aproximou.

Na prisão, o homem admitiu ter passado a madrugada consumindo crack e bebida alcoólica e afirmou ter ouvido vozes ordenando que matasse alguém. Segundo o relato, ele pulou o muro do convento com a intenção de atacar uma pessoa. Ao ser abordado pela freira, ele afirmou trabalhar ali e, ao ficar desconfiada, empurrou-a. A vítima gritou, e ele alegou ter colocado os dedos na boca dela para provocação de asfixia.

A polícia informou que a circunstância de a vítima estar com as roupas parcialmente retiradas será analisada após os laudos periciais. O homem foi autuado por homicídio qualificado, com indícios de motivo fútil, uso de asfixia e recurso que dificultou a defesa, além de resistência à prisão. Ele foi encaminhado ao sistema penitenciário e a investigação prossegue.

Em nota, o Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada lamentou a morte de Nadia Gavanski, que dedicou 55 anos à vida religiosa. A instituição afirmou estar colaborando plenamente com as autoridades para esclarecer as circunstâncias do trágico homicídio e promover a justiça. A cerimônia de despedida está prevista para ocorrer em Prudentópolis, no Paraná.

Este caso reacende o debate sobre segurança em ambientes religiosos e reforça a importância de ações de proteção a pessoas vulneráveis. A decisão de responsabilizar o agressor segue sob análise da Justiça, com a instituição religiosa e as autoridades colaborando para esclarecer os fatos.

Se você tem opinião sobre medidas de proteção a comunidades religiosas ou quer comentar sobre o tema da violência contra religiosos, compartilhe seu ponto de vista nos comentários abaixo. Quais ações você acredita que podem contribuir para evitar tragédias como esta?

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