Meta descrição: A PGR pediu o arquivamento da investigação sobre o suposto desvio de joias sauditas recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, com informações da PF e da delação de Mauro Cid. Palavras-chave: Bolsonaro, joias sauditas, PGR, PF, Mauro Cid, arquivamento.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta quinta-feira (5) o arquivamento da investigação sobre o suposto desvio de joias sauditas recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.
As joias em questão foram entregues a Bolsonaro como presente pelos governantes da Arábia Saudita. Além delas, outros itens, como dois relógios de luxo, teriam sido subtraídos do acervo presidencial e vendidos nos Estados Unidos, de acordo com a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência.
Para a PGR, as regras vigentes não deixam claro se os presentes recebidos durante o mandato pertencem ao ocupante do cargo ou ao Estado, o que impede falar em crime atribuído ao ex-presidente.
A Polícia Federal (PF) indicou ter identificado uma associação criminosa destinada a desviar objetos de valor recebidos por Bolsonaro como presentes oficiais. O relatório aponta que o valor total dos itens desviados chegaria a 6,8 milhões de reais e que parte dos ganhos era convertida em dinheiro vivo para entrar no patrimônio pessoal, por meio de pessoas interpostas, sem usar o sistema bancário formal, para ocultar a origem e a propriedade dos recursos.
Entre os itens desviados estariam esculturas de um barco e de uma palmeira folheadas a ouro, recebidos durante viagem ao Bahrein em 2021. A defesa do ex-presidente sustenta que Bolsonaro não tinha ingerência sobre os presentes recebidos em viagens oficiais.
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