A Auditoria Militar do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu denúncia contra um 1º Sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) após abandonar o posto e desviar uma viatura para um motel em Taguatinga, onde manteve relação com uma travesti. A Justiça aceitou a denúncia e o militar tornou-se réu.
Travesti expõe PMs fardados em viatura após “festinha” em motel: A acusada, identificada como Pâmela Martins, aparece em vídeos com as chaves da suíte 3, marcando a chegada da viatura ao local.
O militar, escalado no 28º Batalhão (Riacho Fundo) como auxiliar de garagem, chegou fardado ao motel e foi gravado pela acompanhante. O caso ganhou repercussão nacional após vídeos circularem em grupos de mensagens e tramita na Justiça Militar.
Segundo o MPDFT, o denunciado agiu com dolo ao informar a um colega que se ausentaria para “comprar um galão de água”, mas, na prática, percorreu cerca de 5 km com a viatura prefixo 4232 até o motel, sem retornar às suas funções.
A relação extraconjugal e o uso indevido do equipamento público foram revelados pela própria acompanhante, que publicou imagens em redes sociais mostrando as chaves da viatura e a chegada ao estabelecimento. Em um trecho do vídeo, ela afirma que há um “público diferenciado” e menciona uma “festinha” no local.
A Promotoria de Justiça Militar apontou dois fatos delituosos: 1) abandono de posto/afastar-se, sem ordem superior, do local de serviço; 2) peculato/desvio, com uso da viatura e do combustível para fins libidinosos alheios ao serviço.
As investigações internas foram encaminhadas, e o militar passou a figure como réu no processo. Se condenado, pode enfrentar penas que vão desde detenção até a exclusão dos quadros da corporação, além das sanções administrativas cabíveis.
Caso você tenha opinião sobre o assunto, compartilhe nos comentários. O que acha das implicações desse tipo de relato para a credibilidade das instituições e para a disciplina militar?

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