O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, neste sábado (7/3), em pronunciamento na TV, que o país vai continuar a guerra contra o Irã com todas as forças. Ele disse haver um plano contra o regime iraniano e que existe um plano sistemático para erradicar o regime iraniano e alcançar muitos outros objetivos; a próxima fase do conflito, segundo ele, apresentará muitas outras surpresas.
Netanyahu justificou a continuidade da ofensiva reiterando a suposta infraestrutura do Irã para produzir armas nucleares, usada para justificar a guerra iniciada no final de fevereiro.
Ele também confirmou que a ofensiva conta com o apoio dos Estados Unidos e agradeceu o presidente norte-americano Donald Trump pela liderança histórica, destacando a aliança entre EUA e Israel no enfrentamento ao Irã.
O primeiro-ministro dirigiu ainda uma ameaça direta ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), dizendo que “você também está na nossa mira” e que quem depor a arma não sofrerá mal, enquanto quem não o fizer terá sangue na cabeça.
Conflito contra o Irã começou no último sábado, 28 de fevereiro, e desde então a escalada tem sido marcada por tensões e relatos de mudanças significativas no cenário regional. Há registro de desdobramentos políticos e, segundo autoridades, de mortes entre lideranças iranianas.
Essa tensão também impacta a economia global: as bolsas têm oscilado e os preços do petróleo dispararam. No Brasil, o dólar continua em alta e os preços de combustíveis já mostram reajustes, mesmo sem mudanças oficiais da Petrobras.
Resumo: o conflito entre Israel e Irã ganhou ritmo, com declarações firmes de Netanyahu, apoio dos EUA e impactos econômicos que colocam o mercado global em alerta. Como você vê os desdobramentos dessa crise e seus efeitos no dia a dia, como câmbio, petróleo e preço de combustíveis? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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