Quem é o ‘Sicário’ de Vorcaro, que morreu em hospital após ser preso

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Morte de Sicário encerra participação de suspeitos na operação Compliance Zero

A Polícia Federal confirmou a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, nesta sexta-feira, 6 de março de 2026, em Belo Horizonte, após dois dias internado em um hospital da cidade. A PF informou que ele tentou tirar a própria vida enquanto estava sob custódia na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais, na sequência da terceira fase da operação Compliance Zero.

De acordo com a investigação, Sicário integrava uma “milícia pessoal” associada ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e chefiava o grupo de segurança conhecido como Turma. O suspeito monitorava e ameaçava empresários, ex-funcionários e jornalistas, recebendo cerca de 1 milhão de reais por mês, repassados por Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e redistribuídos entre os integrantes da equipe.

Na quarta-feira, Sicário foi preso preventivamente com autorização do ministro André Mendonça, do STF. A apuração envolve possíveis crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa. Daniel Vorcaro foi transferido para o Presídio Federal de Brasília e Fabiano Zettel também foi preso na operação.

Segundo a PF, o espião tentou tirar a própria vida enquanto estava sob custódia na PF em Minas Gerais. Investigadores presentes no local prestaram socorro e ativaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Sicário foi encaminhado ao Hospital João XXIII, no centro de Belo Horizonte, onde permaneceu em estado grave até esta sexta. A defesa informou que houve protocolo de morte encefálica pela manhã e que o óbito ocorreu às 18h55, com o corpo a ser encaminhado ao Instituto Médico Legal, seguindo o protocolo legal.

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A defesa descreveu que o corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal para os trâmites legais. O caso envolve uma rede de autoridades, empresas e atividades legais que precisam de apuração minuciosa. A PF continua as investigações para esclarecer a extensão das ações do grupo relacionado ao Banco Master.

Se você acompanhou as evoluções desse caso, compartilhe nos comentários suas impressões sobre os desdobramentos da operação Compliance Zero e o impacto dessas investigações na região de Belo Horizonte. Sua opinião ajuda a entender a percepção pública sobre o tema.

Observação: as informações acima respeitam o material divulgado pela Polícia Federal e por veículos de imprensa até o momento da apuração.

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