
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (8/3) que os preços do petróleo vão cair rapidamente assim que a ameaça nuclear iraniana for eliminada. A mensagem foi publicada na rede social Truth Social.
“Os preços do petróleo a curto prazo, que cairão rapidamente quando a ameaça nuclear iraniana for eliminada, são um preço muito pequeno a pagar pela segurança e paz dos EUA e do mundo. Só os tolos pensariam diferente!” — a postagem que acompanha a declaração de Trump destaca a visão dele sobre o tema.
A manifestação de Trump veio após os combustíveis registrarem alta no mercado interno. A última leitura da AAA indicou que o preço médio por galão subiu 9 centavos de dólar, para US$ 3,41, o maior valor desde agosto de 2024.
Na sequência, a seção de Escalada mostra que, no domingo anterior, o barril subiu 10%, chegando a US$ 70. Durante a semana, a tendência de alta se manteve e, neste domingo, a alta acumulada no dia foi de 16,8%, com o petróleo firmando-se em US$ 108,22 por barril. O combustível acumula alta superior a 30% desde o início do conflito envolvendo Irã, EUA e Israel, no fim de fevereiro.
As variações de preço estão fortemente ligadas à interrupção do trânsito no Estreito de Ormuz, rota pela qual passa de 20% a 25% de todo o petróleo mundial. Essa restrição afeta o abastecimento global e alimenta a volatilidade no mercado.
Em meio a esse cenário, o monitoramento constante dos preços da gasolina e do petróleo ganha relevância para consumidores e empresas, que acompanham o ritmo de quedas ou altas conforme as tensões geopolíticas se intensificam.
E você, o que acha sobre os impactos dessa escalada no petróleo e nos custos do dia a dia? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo e conte como isso influencia seu bolso.

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