Luciano Bivar, deputado e presidente do União Brasil, moveu uma ação por danos morais contra Antonio Rueda e Emília Rueda, pedindo indenização de R$ 100 milhões, sendo R$ 50 milhões para cada dirigente. A ação busca reparar danos à imagem do parlamentar após Emília Rueda alegar que ele teria ordenado um incêndio que atingiu casas de praia da família em Ipojuca, PE, em março de 2024, como retaliação à disputa pelo comando da sigla.
A acusação de Emília Rueda gerou a peça processual. A coluna Na Mira, de Carlos Carone, no Metrópoles, aponta que a conclusão do inquérito indica que o crime foi cometido por uma funcionária de Emília Rueda, em conluio com o marido, o cunhado e outra pessoa ligada ao casal.
À época, Bivar era presidente do União Brasil, mas perdeu o comando da sigla para Rueda. O episódio é descrito como uma traição de Rueda ao padrinho político.
A ação tem como objetivo reparar os danos à imagem de Bivar, que foi associado à alegação de ser mandante do incêndio; porém, a conclusão do inquérito aponta que o crime foi praticado por uma funcionária de Emília Rueda, em conluio com familiares e outras pessoas ligadas ao casal.
Após o episódio, Bivar deixou de comandar o União Brasil, com Rueda assumindo a liderança. O caso é visto como uma desfeita ao padrinho político e intensifica o conflito interno na sigla.
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