Relatório mostra escolhas mais populares de esportes em bet

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Levantamento da bet KTO aponta os esportes, campeonatos e times mais escolhidos em 2025; dados oficiais revelam gastos mensais dos brasileiros.

Levantamentos recentes ajudam a dimensionar o tamanho do mercado de bet no Brasil e o comportamento dos apostadores. Dados divulgados por operadores e por órgãos públicos mostram quais esportes concentram maior volume de apostas, quanto os brasileiros costumam gastar mensalmente e quanto o setor arrecadou em tributos em 2025.

Entre as plataformas de bet que divulgaram estatísticas do último ano, a KTO apresentou um recorte sobre preferências dos usuários. O levantamento reúne informações sobre esportes, campeonatos e equipes mais escolhidos em apostas realizadas ao longo de 2025.

De acordo com os dados da bet, o futebol lidera com ampla vantagem entre as modalidades. O esporte concentrou 64,15% dos usuários ativos e 87,89% das apostas registradas na plataforma. Na sequência aparecem o basquete, com 11,68% dos usuários e 4,62% das apostas, e o tênis, que reuniu 7,43% dos usuários e 4,54% das apostas.

Outras modalidades aparecem com participação menor nas escolhas dos usuários de bet. O vôlei registrou 2,84% dos usuários ativos, enquanto o futebol americano teve 2,59%. Esportes como tênis de mesa, artes marciais mistas (MMA) e hóquei no gelo também aparecem na lista com percentuais inferiores a 2%.

Entre os campeonatos mais apostados, o Brasileirão ocupa a primeira posição, com 9,65% do total de apostas. A Premier League aparece em segundo lugar, com 5,22%, seguida pela La Liga espanhola, com 4,17%. Também figuram entre os campeonatos mais escolhidos a Série B do Brasileirão (3,73%), o Campeonato Italiano (3,35%) e a Copa Libertadores (2,96%).

O levantamento da bet também identificou os clubes mais presentes nas apostas. O Corinthians aparece na primeira posição, com 8,36% das apostas registradas na plataforma. Flamengo (5,11%) e Palmeiras (4,30%) completam as três primeiras colocações. Na sequência surgem Fluminense, com 2,87%, e Botafogo, com 2,20%.

Os números ajudam a entender a preferência dos apostadores brasileiros por competições de futebol, sobretudo ligas nacionais e campeonatos internacionais de grande audiência.

O crescimento do setor de bet como um todo pode ser observado em levantamentos oficiais. Dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que o mercado de apostas online movimentou valores 32,6% maiores no segundo semestre de 2025 em comparação com o primeiro semestre do mesmo ano.

Segundo o levantamento do Ministério da Fazenda, o volume apostado passou de R$ 442,8 bilhões na primeira metade de 2025 para R$ 587,2 bilhões na segunda metade do ano, uma diferença de R$ 144,4 bilhões. O movimento ocorreu durante o período de adaptação do setor às regras da regulamentação implementada no país.

Outro indicador relevante diz respeito a quanto os brasileiros gastam por mês nas bets. O mesmo levantamento solicitado pela Pay4Fun ao Ministério da Fazenda, via Lei de Acesso à Informação, mostra que a maior parte dos apostadores gasta quantias relativamente baixas por mês.

De acordo com os dados, 53,4% dos usuários gastam até R$ 50 mensais. Outros 11,45% destinam entre R$ 50,01 e R$ 150 por mês, enquanto 6,4% ficam na faixa de R$ 150,01 a R$ 300. Já 9,4% dos apostadores informam gastos entre R$ 300,01 e R$ 1.000 mensais. Há ainda um grupo menor, equivalente a 19,5%, que declara gastar mais de R$ 1.000 por mês com apostas esportivas e jogos online.

O levantamento também indica que o público das plataformas de bet é majoritariamente masculino, representando cerca de 68,2% dos usuários, enquanto as mulheres correspondem a 31,8%. A faixa etária com maior presença está entre 31 e 40 anos.

No campo fiscal, o setor também passou a gerar arrecadação para o poder público após a regulamentação. Informações do Ministério da Fazenda indicam que as empresas autorizadas recolheram aproximadamente R$ 9,95 bilhões em tributos federais em 2025.

Esse valor inclui impostos como IRPJ, CSLL, PIS/Cofins e contribuição previdenciária, além das destinações legais previstas na legislação das apostas. Também foram arrecadados cerca de R$ 2,5 bilhões referentes às outorgas pagas pelas empresas autorizadas a operar no país e R$ 95,5 milhões em taxas de fiscalização.

Os dados mostram um cenário em que o mercado de bet passa por expansão e maior monitoramento. Com a regulamentação, o governo passou a ter acesso a informações mais detalhadas sobre o funcionamento do setor, enquanto operadores e instituições acompanham mudanças no comportamento dos apostadores no Brasil.

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