Fernando Haddad deixará o Ministério da Fazenda ainda nesta semana para concorrer ao governo de São Paulo. Segundo aliados, ele pretende tirar alguns dias de folga com a família antes de iniciar a agenda de pré-campanha pelo estado. A exoneração está prevista para a sexta-feira, 20 de março, e Dario Durigan deve assumir o posto como novo ministro, segundo apuração da reportagem.
Antes das férias, Haddad já planejava despedidas da pasta. O último ato dele como ministro deve ocorrer na quinta-feira, 19 de março, em São Paulo, com a presença do presidente Lula, conforme relatos de auxiliares. A previsão é de que a exoneração seja publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira, 20/3, quando Durigan deverá ser nomeado como novo ministro da Fazenda.
Auxiliares dizem que Haddad pretende usar os próximos dias para ficar com a família e, após esse período, partir para a caminhada pelo estado, articulando a pré-campanha e defendendo o legado deixado à frente da pasta. Até então, ele tem feito entrevistas programadas para manter a visibilidade antes de deixar o cargo.
A comunicação interna aponta que, na prática, a transição visa assegurar continuidade na gestão da Fazenda, com Durigan já apontado como substituto a receber a exoneração formal. A janela de tempo entre a saída e a tomada de posse do novo ministro é vista como relevante para o alinhamento de futuras medidas e o desenho da equipe que assumirá as demandas fiscais do governo.
Historicamente, o movimento envolve um dos nomes do PT buscando o governo estadual, o que amplia o peso político da decisão. Haddad partirá para o cenário paulista como parte de uma estratégia que combina desfecho de mandato com preparação para uma candidatura, algo que pode influenciar a dinâmica das contas públicas e o debate político local. O anúncio também reforça que o governo federal está cuidando da transição com uma nomeação que tende a manter a linha de atuação da pasta.
Para acompanhar a evolução, vale ficar atento aos próximos passos de Durigan e aos desdobramentos da agenda de Haddad no estado. O que você acha que essa mudança pode significar para a gestão fiscal de São Paulo e para o percurso político do PT na região? Compartilhe suas opiniões nos comentários e traga sua visão sobre o tema.




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