Luciano Ribeiro evita atrelar ACM Neto a Flávio Bolsonaro e defende candidatura própria do União Brasil à Presidência

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Resumo rápido: o deputado Luciano Ribeiro, da União Brasil e vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia, analisa o cenário político para 2026 e aponta como o contexto nacional pode influenciar a disputa estadual, que hoje gira em torno de ACM Neto e Jerônimo Rodrigues. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele destaca a importância de estratégias que conectem o que acontece em Brasília com a realidade da Bahia, incluindo o papel das federações partidárias na configuração de palancos e alianças locais.

Ribeiro reiterou a defesa de uma candidatura própria da União Brasil, integrada à federação com o PP, nas eleições presidenciais de 2026. “Pelo tamanho, pela importância e pelo significado da nossa federação, é essencial ter um nome próprio à presidência”, afirmou. O deputado comentou ainda que não pretende comentar sobre uma eventual aliança com o senador Flávio Bolsonaro, que já sinalizou pré-candidatura, deixando claro que não deseja antecipar cenários que envolvem o cenário federal.

Ao tratar do cenário baiano, Ribeiro enfatizou que a Bahia não pode perder o foco da eleição estadual. O deputado aponta o duelo provável entre Jerônimo Rodrigues, governador do PT, e ACM Neto, ex-prefeito de Salvador, como o núcleo da disputa na região. “É nesse confronto que a Bahia pode ganhar um novo rumo”, declarou, destacando a necessidade de estratégias que conectem as demandas locais com as dinâmicas nacionais para manter a cidade e a região mobilizadas.

Na avaliação dele, o atual governo enfrenta desafios que impactam o eleitorado regional. “O governador Jerônimo, com as deficiências que mostrou nesses três anos de gestão de ineficiência, encontra-se confrontado com as qualidades demonstradas por Neto”, afirmou, sugerindo que o equilíbrio entre continuidade administrativa e mudança de políticas pode moldar o posicionamento do eleitor na Bahia. O líder oposicionista é categórico ao apontar que o contexto do estado exige leitura cuidadosa das propostas de cada lado.

A conversa também reforçou que a eleição de 2026 tende a exigir alianças amplas, mas Ribeiro defende que a União Brasil, em parceria com o PP, precisa manter uma candidatura própria para consolidar o palanque nacional e influenciar o cenário regional. “Sem um nome próprio no primeiro turno, fica mais difícil consolidar apoio e construir um segundo turno sólido”, ressaltou, destacando o papel estratégico de uma candidatura presidencial que esteja alinhada com as prioridades locais e a agenda de mudança na Bahia.

A entrevista com o deputado deve ser publicada na próxima segunda-feira, segundo a agenda do Bahia Notícias, trazendo mais detalhes sobre as avaliações dele e as perspectivas para 2026 tanto no âmbito federal quanto no estadual.

Como você enxerga o papel da União Brasil na Bahia para 2026? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você avalia a estratégia de alianças entre as esferas federal e estadual, e como isso pode impactar o futuro da sua cidade.

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