Resumo: Um funcionário público de 30 anos, ligado à prefeitura de Ibitinga, foi preso na tarde da última sexta-feira sob suspeita de tentar registrar imagens no banheiro feminino de um espaço educacional no bairro Jardim Paulista. A Polícia Militar apreendeu um celular e um rolo de fita adesiva. O caso foi registrado na Delegacia de Ibitinga como crime de produzir, fotografar ou filmar conteúdo sem autorização. O Senai-SP informou que o homem não integra o quadro de colaboradores da instituição e que colaborará com as investigações; a Prefeitura também foi procurada, mas não houve retorno até o momento.
O episódio ocorreu no Cecribi, centro de capacitação que funciona em parceria com o Senai, no interior de São Paulo. Segundo apuração inicial, o suspeito atuava no local por meio de vínculo com a Prefeitura de Ibitinga. A investigação aponta que o celular pode ter sido posicionado para filmar o interior do banheiro, enquanto um rolo de fita adesiva pode ter servido para fixar o equipamento de registro.
A autoridade policial responsável confirmou que a Polícia Civil trabalha para esclarecer o que realmente ocorreu, mas ainda não há confirmação oficial de que imagens tenham sido efetivamente registradas. O caso permanece em apuração na delegacia local, com informações sendo reunidas para apontar responsabilidades e motivação da ação.
Em nota, o Senai-SP informou que o homem não integra o quadro de funcionários da instituição, destacando que o vínculo existente era com a Prefeitura para atuação no espaço. A entidade reiterou que está à disposição para colaborar com as investigações e ressaltou seu compromisso com a ética, a segurança e o respeito à cidade de Ibitinga. Até o momento, não há confirmação de que as imagens registradas tenham surgido ou sido compartilhadas.
A Prefeitura de Ibitinga foi procurada pela imprensa, mas não respondeu até o fechamento deste material. O espaço permanece aberto para manifestações oficiais e para que a administração municipal possa esclarecer as medidas adotadas para reforçar a proteção de espaços educativos. O caso reacende debates sobre conduta de quem atua em espaços públicos de formação profissional e sobre os mecanismos de fiscalização para evitar incidentes semelhantes na cidade.
E você, o que vê nessa situação? Deixe sua opinião nos comentários para que a cidade de Ibitinga possa entender diferentes perspectivas sobre segurança, ética e atuação de profissionais em espaços educacionais. Sua participação ajuda a enriquecer o debate público e a promover decisões mais embasadas na localidade.

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