Mulher foge pelo telhado para escapar de marido que a prendeu em casa

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Caso de violência doméstica em Mongaguá termina com prisão e apreensão de drogas

Resumo: uma mulher de 22 anos foi mantida em cárcere privado pelo marido em Mongaguá, litoral sul de São Paulo, por dias. Ela fugiu para o quintal do vizinho, pediu ajuda à Polícia Militar e o suspeito foi preso em flagrante. Na residência e no veículo, a polícia encontrou droga e dinheiro. O caso envolve violência doméstica, cárcere privado e tráfico de drogas.

Fotografia colorida na qual homem aparece ameaçando agredir a mulher que tenta se defender - Metrópoles
1 de 1 Fotografia colorida na qual homem aparece ameaçando agredir a mulher que tenta se defender – Metrópoles

Segundo nota da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a vítima, de 22 anos, foi trancada em casa pelo companheiro, que a agrediu, ameaçou matá-la e disse que incendiaria a residência onde moravam. A filha do casal, de apenas 3 anos, também foi mantida presa no imóvel durante a noite de 15 de março, em Mongaguá, no litoral sul de São Paulo.

A mulher conseguiu escapar pulando para o quintal do vizinho e acionou a Polícia Militar. A 1ª Companhia do 29º Batalhão da Polícia Militar do Interior atendeu à ocorrência e ouviu o relato de violência doméstica. Ela informou ainda ter visto o marido exibindo uma arma de fogo quando estava com a filha em um veículo.

O homem foi preso em flagrante. A arma não foi localizada, porém policiais encontraram quase meio quilo de maconha na geladeira da residência e dinheiro em espécie no interior do veículo. O suspeito confessou que vendia drogas.

O caso foi encaminhado à Delegacia Seccional de Mongaguá, onde a ocorrência foi registrada como tráfico de drogas, violência doméstica, sequestro e cárcere privado. O dinheiro encontrado com o homem, R$ 2.793, foi apreendido.

Este episódio ressalta a gravidade da violência contra mulheres e a relação entre episódios de agressão e atividades ilícitas. As autoridades permanecem firmes no combate a esse tipo de crime, com a expectativa de proteção à vítima e responsabilização do agressor.

Se você quiser compartilhar seus pensamentos sobre como melhorar a proteção de mulheres em situação de violência e a atuação das autoridades, deixe seu comentário abaixo. Sua opinião pode contribuir para debates importantes na cidade.

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